Eu juro que tento, com todas as
minhas forças. Faço tudo que posso: me forço e me esforço. Já gritei com gente
que não devia, deixei de conhecer pessoas legais porque tive de me prender a
você. Perdi muito tempo e, agora, parece que quase nada, a não ser você, restou na minha pouca vida.
Achei realmente que podia ser um
pouco mais fácil, tentar levar na boa, mas acabei aprendendo, da pior maneira, que
não é assim que as coisas acontecem. De repente, me vi de uma forma que jamais
esperaria de mim, quase brigando para me manter vivo dento de tudo isto,
dormindo mal e acordando pior ainda. Um dia após o outro, me deixando exausto. De
verdade, nunca é o suficiente?
Meus colegas veem como eu comecei
a mudar. Primeiro foi meu temperamento, antes tão calmo e ameno, passou a ser
mais deprimido e agressivo; depois, comecei a perder peso: gastava tanto tempo
com você que não parava para comer direito, quanto mais fazer um exercício, é
sério, como você se sente me deixando assim?
Sabe, apesar de tudo, quando
estou longe, sinto sua falta. Tiro férias de você, mas duas semanas é muito, já
tenho vontade de voltar aos teus braços, viver as tuas histórias, fazer minhas
histórias suas histórias. Mesmo que, naturalmente, recomece o ciclo todo e eu
sinta desprezo, raiva de você e tenha vontade de sumir! Se não chamo isso de
apego, vou chamar de quê?
Vida de universitário não é fácil
não...
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